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Em nanopublicidade, as mídias não têm formato pré estabelecido: X segundos, X pixels por Y, ou página dupla. O nanomeio se adapta ao perfil de cada nano anúncio e os formatos são portanto completamente variáveis e customizados on demand, dependendo do comportamento de cada nano nicho.
Se somarmos os consoles, o faturamento é o maior do mundo do entretenimento, algo em torno de US$ 55 bilhões no ano passado. Para traçar um comparativo, a Copa Fifa gerou uma receita de US$ 4 bilhões e o cinema de Hollywood faturou US$ 29 bilhões, segundo dados da Motion Pictures Association of America.
Considerando que 90% dos games online são gratuitos, a maior receita dos produtores de game vem da publicidade nos sites e uma menor parte da publicidade in game, ou seja, exibida dentro do jogo.
O segundo modelo é muito mais interativo e portanto provoca uma maior lembrança da marca. O estoque de publicidade in game cresce a cada dia através de novos títulos que são lançados no mercado.
É claro que o anunciante, a marca, deve avaliar o game onde vai anunciar e fugir, por exemplo, de títulos que inspirem a violência.
A melhor forma de avaliar o custo de um nano-meio é através do CTP (custo por target), onde avalia-se a quantidade e a qualidade do nano meio em relação aos nano nichos. Quanto maior a sinergia, maior o valor. O nível da interatividade permitida também interfere.
Outra possibilidade interessante é a criação personalizada de games com patrocínio exclusivo de uma marca.
Na nanopublicidade, o papel do mídia é muito mais ativo do que na publicidade clássica. O nano mídia tem a responsabilidade de buscar novas oportunidades de comunicação em nano meios cada vez mais interativos.
Fonte: [Webinsider]